O submundo de mim mesmo é um tumulto de outros que são eu mesmo.
Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
A Mulher
A Mulher é muito mais que somente um ser de direito, ela tem que possuir o total e inalienável direito de ser plenamente um ser. Respeito, igualdade e liberdade para com todas as mulheres, sem desculpas de espécie alguma, muito menos culturais ou religiosas. Como homem nunca sentirei em primeira pessoa toda a opressão e preconceito, mesmo aquela subliminar ou disfarçada que elas sofrem e sentem, mas isso não é desculpa para me omitir pela igualdade de gênero. Retirar ou minimizar a mulher, é retirar ou minimizar a boa política, é distorcer nossa humanidade, é brincar de sermos um ser social.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Não adianta fazer cara
Não adianta fazer cara de bonzinho, se sou muito mais omisso do que deveria ser.
Não adianta fazer cara de culto, se no fundo quase nada sei.
Não adianta fazer cara de sábio, pois que sábios não existem, é uma mera abstração de algum ideal, e no fundo que bom que não existam.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Não somos imunes à fome e nem ao abandono social
Não somos imunes à fome e nem ao abandono social. Não há sentimento de humanidade, autoestima, ou dignidade humana que resistam as amarguras, as intempéries, e as desilusões humanas de sentir-se um quase nada, de se sentir sobra, ou de se sentir rejeição humana.
Não somos imunes à fome, pois que a fome corrói fortemente o respeito pela sociedade, e esta corrosão é agravada mais ainda quando a fome é claramente percebida como sendo o resultado de total abandono desta mesma sociedade.
sábado, 15 de novembro de 2014
Cada nova criança
Cada nova criança que nasce, aumenta nossa responsabilidade pelo que deixamos de legado, ou de exemplos.
Cada nova criança que nasce, aumenta nossa responsabilidade pelo que não fazemos pelo futuro da cada uma destas novas crianças que nascem.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
AMO
Não amo, necessariamente, porque seja o amor unicamente humano, não tenho sinceramente subsídios para garantir abertamente esta resposta, mais ainda, em verdade creio mesmo que o amor seja animal, apenas em intensidade e complexidade menor, mas creio que amo, se é que amo, com alguma boa certeza, porque é humano amar, mas é também humano odiar, então amo porque é humano amar e porque escolhi tentar construí-lo em meu viver. Talvez não ame o suficiente, com certeza não amo o suficiente, ou o tudo que possa e deva, porque no fundo sou um fraco. Se tivesse aprendido o mínimo sobre o amor, deveria entender que ele ocorre em primeira pessoa, mas nunca para a primeira pessoa. O Amor é realizado no eu, mas sempre e obrigatoriamente para o tu, para o ele, para o nós, e para o eles. Quem ama somente por si ou pelos seus, não tem a mínima realização do verdadeiro amor.
domingo, 9 de novembro de 2014
Onde
Onde a nossa desumanidade não mais nos sufoca ou nos envergonha, sobra a miséria sufocando muitos, o medo sufocando outros, e a vaidade destruindo ainda mais o pouco do humano que nos restou, nos levando as raias do total descompromisso social, do descaso humano, e da irresponsabilidade pessoal.
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