Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma verdade, triste ou alegre

Sinto-me tentado a dizer de uma verdade que ela pode ser triste, ou alegre. Impossível! A verdade é, pura e somente, a verdade, absoluta em si mesma, relativa somente no subjetivo de nosso ser, quando a percebemos e interpretamos. Diferentemente da moral que possui muito de relativa, pois que não é alguma verdade em si, toda verdade é absoluta e livre, por isto, de valores morais, éticos, de beleza ou de justiça, sendo por si só livres de valores ou qualidades. A verdade, em si, qualquer verdade, é isenta, assim, de beleza, de justiça, de ética, de justiça, ou de humanidade. A verdade, toda verdade simplesmente é, e algumas vezes, muitas até, é a verdade difícil de ser verdadeiramente encontrada. A nossa percepção dela, ou o como ela se adequa, como ela interage, como ela se enquadra ou não aos nossos valores, que sempre serão pessoais e subjetivos, é que fazem-na parecer bela ou feia, moral ou imoral. As qualidades de uma verdade, não são atributos próprios de nenhuma verdade, mas sim da ralação da verdade com o nosso subjetivo, com a nossa forma de pensar e de ver o mundo, e com nossos conceitos e preconceitos. Tristeza, alegria, belo, e feio sempre serão subjetivos, como subjetivos e pessoais são todos os valores. Beleza ou feiura, na verdade, sempre decorrem da relação entre a verdade em si, e o “campo” pessoal e subjetivo de nosso ser e de nossos valores.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Como uma noite pouco ou nada iluminada, muitas vezes perdemos o contraste de nosso viver

Como uma noite que se faz sem sombras, livre de luz, livre de sombras, acabamos muitas vezes sendo insossos e inodoros em nosso viver. Sem brilho, sem luz, e sem contraste, nos escondemos e nos omitimos de sermos transformadores de nós mesmos, pela transformação social do mundo, nos tornamos apáticos e sem sensibilidade de ser. Mas podemos participar da transformação disto, devemos iniciar pela nossa transformação, podemos pelo menos tentar, basta ser ousado, ser corajoso, aguerrido, se sentir responsável pelo que aqui está, ser libertário, ser crítico, ser sensível e ser comprometido com a vida, com o viver e com a natureza.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Nada a dizer!

Nada a dizer!

Não!!

Muito a dizer, mas muito mais ainda a fazer. Porque perder tempo falando muito, quando urge agir e fazer acontecer nossa transformação? Na verdade, falta-nos coragem e desapego para conseguir alguma transformação.

Palavras

Palavras não conectadas com compromisso, frases desalinhadas das atitudes, por mais bonitas que sejam e por mais agradáveis que possam parecer, perdem sua força, exatamente pela falta do comprometimento global com o sentido daquilo falado ou escrito. Palavras são fortes, frases possuem poder? Sim, mas quando aderentes ao comportamento ganham ainda mais força e capacidade de mobilização. Muitas vezes o comportamento sozinho já fala por si só mais que muitas palavras. A força das palavras, se não corroboradas por empenho pessoal, comprometimento, dedicação, ousadia de tentar o que se fala, e empatia, com o passar do tempo vai perdendo seu brilho e seu potencial de impacto, pois todos passam a perceber que são meras palavras que não refletem realmente o como vivemos.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Amo escrever

Eu realmente amo escrever, alguns já devem ter percebido minha fraqueza pela escrita, assim, a língua portuguesa (mesmo que não em sua forma pura e culta) é o meio formal que uso para tal. Apesar de gostar de nossa língua, amo acima disto, a linguagem em si, nossa capacidade de expor, argumentar, concordar, discordar, manter uma discussão sadia ou não, apoiar, motivar, ou mesmo revolucionar. Esta maravilhosa adaptação ocorreu por puro acaso da evolução, como é normal na evolução, em que alguns erros de cópias propiciam alguma adaptação, que acaba sendo selecionada, e que permitiu assim uma nova especialização, uma adaptação fantástica, que foi para mim um dos mais poderosos erros, mesmo entre outros também importantes. Cabe apenas comentar que nenhuma variação-adaptação deste porte, ou do porte da inteligência, da consciência, dos músculos, do esqueleto, da visão, e etc., ocorreu por um único erro de cópia geenética. Erros sobre erros, inúmeros deles, incontáveis talvez, alguns até mesmo neutros quanto à criação de alguma nova adaptação, foram sendo acumulados, e passo a passo, mínimos passos de cada vez, a capacidade conjunta de inteligência, estrutura física para voz, e capacidade linguística, foi sendo aprimorada. Isto possibilitou uma especialização única para aquele remoto tempo, breve até para o conceito de tempo geológico, que por si só nos dava uma vantagem substancial na corrida armamentista predador e presa, favorecendo de alguma forma as seleções naturais e sexuais, que possibilitaram deixarmos maiores números de descendentes. Entendo que esta adaptação, a capacidade de comunicação oral, cada vez mais aprimorada, permitia um algo a mais na nossa sobrevivência, e deste modo permitia que deixássemos mais descendentes vivos, e assim foi sendo selecionada, pela não menos “cega”, sem projetos ou destinos, e natural evolução.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vergonha

Eu como, e a minha fome passa, que pena, e que vergonha sinto por mim mesmo, daqueles que se passam desta vida simplesmente porque a fome não lhes saciamos. A composição pode até não estar correta ou perfeita, entretanto mais errado está deixar que se percam vidas pela fome e pela miséria, sem que não nos revoltemos de corpo e alma, daquela revolta que ajudaria a transformar nosso ser, e nos poria em ação, nas ruas, nas sociedades, de peito aberto, com ousadia e coragem, por uma real transformação social, política e econômica desta sociedade. 

domingo, 13 de abril de 2014

Quanto mais me conheço

Quanto mais me conheço, ou creio me conhecer, mais desconheço o verdadeiro sentido de ser humano, ou mais percebo o quanto somos frágeis e o quanto estamos distantes do realizar uma humanidade, e mais discordo que somos “Homo Sapiens Sapiens” (“eita” arrogante presunção) ....