Como uma noite que se faz sem sombras, livre de luz, livre de sombras, acabamos muitas vezes sendo insossos e inodoros em nosso viver. Sem brilho, sem luz, e sem contraste, nos escondemos e nos omitimos de sermos transformadores de nós mesmos, pela transformação social do mundo, nos tornamos apáticos e sem sensibilidade de ser. Mas podemos participar da transformação disto, devemos iniciar pela nossa transformação, podemos pelo menos tentar, basta ser ousado, ser corajoso, aguerrido, se sentir responsável pelo que aqui está, ser libertário, ser crítico, ser sensível e ser comprometido com a vida, com o viver e com a natureza.
Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com
terça-feira, 22 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Nada a dizer!
Nada a dizer!
Não!!
Muito a dizer, mas muito mais ainda a fazer. Porque perder tempo falando muito, quando urge agir e fazer acontecer nossa transformação? Na verdade, falta-nos coragem e desapego para conseguir alguma transformação.
Palavras
Palavras não conectadas com compromisso, frases desalinhadas das atitudes, por mais bonitas que sejam e por mais agradáveis que possam parecer, perdem sua força, exatamente pela falta do comprometimento global com o sentido daquilo falado ou escrito. Palavras são fortes, frases possuem poder? Sim, mas quando aderentes ao comportamento ganham ainda mais força e capacidade de mobilização. Muitas vezes o comportamento sozinho já fala por si só mais que muitas palavras. A força das palavras, se não corroboradas por empenho pessoal, comprometimento, dedicação, ousadia de tentar o que se fala, e empatia, com o passar do tempo vai perdendo seu brilho e seu potencial de impacto, pois todos passam a perceber que são meras palavras que não refletem realmente o como vivemos.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Amo escrever
Eu realmente amo escrever, alguns já devem ter percebido minha fraqueza pela escrita, assim, a língua portuguesa (mesmo que não em sua forma pura e culta) é o meio formal que uso para tal. Apesar de gostar de nossa língua, amo acima disto, a linguagem em si, nossa capacidade de expor, argumentar, concordar, discordar, manter uma discussão sadia ou não, apoiar, motivar, ou mesmo revolucionar. Esta maravilhosa adaptação ocorreu por puro acaso da evolução, como é normal na evolução, em que alguns erros de cópias propiciam alguma adaptação, que acaba sendo selecionada, e que permitiu assim uma nova especialização, uma adaptação fantástica, que foi para mim um dos mais poderosos erros, mesmo entre outros também importantes. Cabe apenas comentar que nenhuma variação-adaptação deste porte, ou do porte da inteligência, da consciência, dos músculos, do esqueleto, da visão, e etc., ocorreu por um único erro de cópia geenética. Erros sobre erros, inúmeros deles, incontáveis talvez, alguns até mesmo neutros quanto à criação de alguma nova adaptação, foram sendo acumulados, e passo a passo, mínimos passos de cada vez, a capacidade conjunta de inteligência, estrutura física para voz, e capacidade linguística, foi sendo aprimorada. Isto possibilitou uma especialização única para aquele remoto tempo, breve até para o conceito de tempo geológico, que por si só nos dava uma vantagem substancial na corrida armamentista predador e presa, favorecendo de alguma forma as seleções naturais e sexuais, que possibilitaram deixarmos maiores números de descendentes. Entendo que esta adaptação, a capacidade de comunicação oral, cada vez mais aprimorada, permitia um algo a mais na nossa sobrevivência, e deste modo permitia que deixássemos mais descendentes vivos, e assim foi sendo selecionada, pela não menos “cega”, sem projetos ou destinos, e natural evolução.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Vergonha
Eu como, e a minha fome passa, que pena, e que vergonha sinto por mim mesmo, daqueles que se passam desta vida simplesmente porque a fome não lhes saciamos. A composição pode até não estar correta ou perfeita, entretanto mais errado está deixar que se percam vidas pela fome e pela miséria, sem que não nos revoltemos de corpo e alma, daquela revolta que ajudaria a transformar nosso ser, e nos poria em ação, nas ruas, nas sociedades, de peito aberto, com ousadia e coragem, por uma real transformação social, política e econômica desta sociedade.
domingo, 13 de abril de 2014
Quanto mais me conheço
Quanto mais me conheço, ou creio me conhecer, mais desconheço o verdadeiro sentido de ser humano, ou mais percebo o quanto somos frágeis e o quanto estamos distantes do realizar uma humanidade, e mais discordo que somos “Homo Sapiens Sapiens” (“eita” arrogante presunção) ....
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Compromisso
Tento ser comprometido com a vida, com o viver, e com a transformação social de este viver, e não somente preocupado com as ideias, pensamentos ou ideologias. Longe de ser perfeito, de ser melhor do que alguém, longe mesmo de ser apenas um bom humano, me vejo naturalmente revoltado pela desumanidade que, tenho a impressão, impera em nossa sociedade, longe e cada vez mais afastada de qualquer sensibilidade pela dor, pelo sofrimento, ou simplesmente longe da sensibilidade individual ou coletiva das mínimas necessidades humanas e sociais de milhões de irmãos.
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