A nossa mente não é o motor de nosso ser, ela é o próprio ser, ou melhor ainda, ela é todos os seres que emergem naturalmente da complexidade de nosso cérebro.
Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com
terça-feira, 8 de abril de 2014
Um livre pensador
Um livre pensador não é aquele que pode pensar em qualquer
coisa. Ele pode sim pensar em qualquer coisa, mas um livre pensador muito mais
o é pela forma de pensar, do que pelo tema a pensar.
A essência do livre pensador está na forma do como pensar,
livre de tabus, preconceitos, limites, vergonhas, ou culpa, onde o desafio, a
meta e o objetivo sejam sempre a verdade, não superficial dos fenômenos em si,
mas a verdade real do submundo das engrenagens da realidade.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Adoro ler, adoro escrever
Adoro ler, pois como muitas outras coisas, a leitura também me transforma, quando acabo de ler já sou um pouco diferente do que era quando iniciei a leitura, isto não é bom e nem é ruim, isto é apenas natural. A plasticidade do cérebro é encantadora, para o bem e para o mal, ligações neurais são constantemente alteradas, umas desfeitas, outras criadas, algumas mais são reforçadas enquanto outras são enfraquecidas, e a leitura ajuda nesta reconfiguração constante de nosso circuito neuronal.
sábado, 5 de abril de 2014
Quanto mais me esforço por me conhecer
Quanto mais me esforço por me conhecer, mais conheço um ser que não gostaria de ser, um ser que muitas vezes me assusta, que me envergonha, mas que é o ser que sou, sendo os “eus” que me fazem ser. Conhecer-me não pode, e nem deve, significar que devo aceitar-me de forma passiva, natural e sem revolta, pelo contrário, conhecer-me deve ser um caminho para alguma transformação de meu ser, de meus seres, do que sou e do que posso realmente ser, não por mim, mas pelo social.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Um mundo onde
Um mundo onde as regras sociais, políticas e econômicas parecem estar todas pré-estabelecidas para perpetuação da mesmice, para a continuidade do que já aqui está, para a sustentação do estado político, econômico e (in)social atual, onde desejar ser diferente fere os escrúpulos da maioria, onde levantar a voz contra o estabelecido é ser logo tachado de anarquista ou irresponsável, onde a maioria se curva por interesses diversos, por medos insanos, por inação desumana ou por falta total de respeito pelo semelhante, por falta também de sensibilidade pelo outro e de empatia pelo que acontece aos menos favorecidos, um mundo onde o egoísmo, a falsidade disfarçada em aparente respeito humano, onde a estupides humana nos faz crer que nada podemos fazer, e assim, que é justo aproveitar o que conseguimos, sem a necessidade de nos preocuparmos necessariamente com os excluídos, é um mundo malévolo, desumano, irresponsável em seu comportamento, mas este é o mundo que ajudamos a manter, e é o mundo que oferecemos para nossos filhos.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Grito dos excluídos, é preciso
É preciso gritar sim pelos excluídos, mas somente gritar não basta, é preciso agir, é preciso transformar, a começar por nós mesmos, é preciso ousar e se por como objeto de transformação, como peça e engrenagem nesta transformação.
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