Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com

sexta-feira, 25 de julho de 2014

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Oportunidades (des) iguais

Oportunidades (des) iguais

A fome é um excelente solvente para a sociedade.
A miséria dilui a dignidade humana.
A exclusão social dissolve com a autoestima.
A opressão dissipa a ideia de segurança.
O preconceito corrói a relação interpessoal ou social.
O desrespeito humano e social oxidam qualquer conceito de responsabilidade ou comprometimento.
A vaidade, a prepotência e a arrogância humanas destroem a empatia humana.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Como me reencontrar


Como eu posso me reencontrar, se para que me perdesse deveria me conhecer, e jamais me conheci em verdade, aliás, como ninguém jamais se conheceu em pleno exercício do verdadeiro viver.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Uma criação

Um poeta, um escritor ou um pensador, devem compor com um que de revolta e de transformação. A poesia, a criação literária ou filosófica difere da beleza simples no que possui de energia transformadora. Até mesmo uma pintura, ou mesmo uma escultura, sem alguma imagem crítica, sem algum que de revolta ou de ousadia pela transformação, para mim perde um pouco de seu valor em vida, para apenas ser um que belo de se apreciar, ou um belo de se emocionar,  mas sem um porque de se fazer transformadora no que comunica, ou emocionante no que provoca transformar.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ler é muito bom, mas requer muito cuidado e atenção

Ler é muito bom, mas requer muito cuidado e atenção, em todo e qualquer texto, inclusive nos meus, não somente pelo entendimento em si, ou pelas interpretações possíveis, posto que a linguagem comum e corriqueira é viva e dinâmica, e assim palavras individuais podem possuir, e muitas vezes possuem, significados diferentes para pessoas diferentes, por motivos diversos, mas também pela possibilidade mal intencionada de quem o escreveu . Desta forma, a leitura acaba tendo um pouco, ou muito, de abstrata quanto a não objetividade real daquilo que o escritor exatamente gostaria de ter escrito, daquilo que ele sentia, daquilo que ele pensava. Exatamente por isto, para a ciência existe uma linguagem muito mais própria, que é a matemática e a “axiomatização”, buscando por acabar, ou pelo menos, reduzir ao máximo a subjetividade da interpretação de cada leitor.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Será possível amarmos plenamente

Seria possível que amassemos plenamente?
Sinceramente não creio. Mesmo sendo difícil, quase impossível definir o que seja amar plenamente, podemos, cada um com certa variação de valores e de formas, imaginar que amar plenamente seja a realização subjetiva do sentimento de amar como algo completo, infinito e perfeito. Entendo eu que amar plenamente implicaria em um estado de perfeição, em um estado utópico idealista de nosso ser, de nosso subjetivo, que sinceramente não creio ser possível de alcançar, em especial por ser nosso cérebro limitado, imperfeito e por não ser o amor algo programado naturalmente em nossos circuitos neurais, e sim fruto de uma construção contínua, graças a plasticidade deste mesmo circuito. Por outro lado, o entendimento e a percepção do que seria amar plenamente, é por si só construído também subjetivamente, imanente a cada um que pensa, sendo assim, por si só, já impossível de ser algo universal, independente da impossibilidade física, material e neuronal de ser perfeito em qualquer coisa e muito menos em amar plenamente.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O vento sussurra

O vento sussurra aos meus ouvidos a saudade daquilo que ainda não vivi e a expectativa daquilo que já não mais é, e que nunca mais será. A natureza reluz ecoando um espaço-tempo que pode nunca chegar para mim, uma complementaridade de uma singularidade em uma bolha de multiverso que pode não ser a minha. Na ânsia diária de realizar meu viver sofro e me exponho em todo contínuo momento presente, me abrindo para o futuro que gostaria de experimentar, neste real universo que me possibilita existir, mas existo subjetivamente apenas em um presente-passado.