Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Como pai

Como filho, creio que aprendi algo sobre ser pai, como pai, espero conseguir ser pelo menos um pouco mais que simples exemplo para meus filhos...

Como filho, creio que aprendi algo sobre respeitar os humanos, a vida e a natureza, como pai, espero conseguir ser pelo menos um pouco mais que simples exemplo de algum respeito para com todos e para com a natureza...

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Um povo


Um povo submisso é um povo fraco, caricato e covarde, não somente porque se submete aos desmandos e ao abuso dos que lhes tornam indignos de viver, como também porque se eximem da responsabilidade de serem críticos e corresponsáveis por quaisquer possíveis transformações sociais, mas principalmente porque submetem, por antecipação, seus próprios filhos a desumanidade de serem subservientes e mão de obra barata,  por puro medo, inação ou interesses.



terça-feira, 6 de maio de 2014

Vivo aprendendo, e aprendo vivendo.

Modifico o mundo com minha existência, e sou por ele eternamente modificado. A transformação reciproca é um fato que decorre naturalmente pelo simples experimentar do viver este mundo. Nossa relação é completa, é “full duplex”, é integrada, sou com ele, e ele é comigo, transformo-o enquanto ele me transforma. A diferença é que não existe intencionalidade na atuação do mundo em mim, pelo menos não existe intencionalidade do mundo nesta ação, é o próprio caos da realidade existencial do mundo que me afeta e me transforma. Pode ser que uma ou outra pessoa ajam intencionalmente para influir em minha transformação, mas o universo, a natureza em si, age totalmente independente de intenções, de destinos ou de projetos. Podemos construir o mundo com intencionalidade, mas o mundo nos constrói e nos modifica sem intencionalidade. Enquanto realizo minha vida, imprimo no mundo mudanças, mínimas que sejam, deixo rejeitos, deixo objetos, destruo ecossistemas, construo cidades, deixo exemplos (bons e maus), e etc. Por onde caminho, deixo marcas no mundo, nem que sejam somente pegadas, mas quando termino o que realizava, o mundo já me mudou, sou diferente de quando comecei, mas a ação do mundo sobre mim não possui intencionalidade alguma, é mera reação natural do real sobre mim e sobre meu subjetivo.  

Ser livre

Ser livre é não ser preso a nada, entretanto, sendo servo racional da humanidade. É ser responsável pelos seus atos e pelos exemplos que deixa, é ser corresponsável pela sociedade que ajuda a manter e pela dignificação do humano, do social, do vivente e de toda imanente natureza. É ser compromissado como bem estar de todos. É ser comprometido pela defesa da vida e da natureza como um todo. É ser empenhado na busca da inclusão social de todos. É ser respeitador dos direitos e liberdades dos outros. Ser livre é enfim, ser livre para defender a liberdade humana, social e racional dos outros.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sou livre enquanto


Sou livre enquanto decido ser responsável pelo que sou e pelo que os outros têm direito de ser. Este é um exercício de humanidade social, pois que me integra como parte compromissada pela dignidade humana, pelo respeito a vida e pela defesa da natureza.

Se o que atrasa não adianta

Se o que atrasa não adianta, não adianta tentar atrasar o futuro que sempre, pontualmente, chega na hora. Mal se faz presente e já se adianta como passado que já é. O presente desta forma poderia ser a eternidade do futuro que se adianta para ser passado, sendo indelevelmente o presente que sempre ousa se descortinar para o que ainda não é, mas quando o sentimos como presente, ele já o foi, não mais sendo.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Humanidade - este sentimento ainda nos falta

Composto em Março de 2010

Viver nossa vida como verdadeiros seres Humanos é muito mais difícil do que possa parecer. O mundo como um todo parece comungar para nos levar a sermos unicamente apenas mais um neste mundo. Induz-nos a crer que basta viver apenas nossos instintos básicos, que também são humanos, pois que nos compõem enquanto ser, mas que tendem a nos levar de roldão por belas estradas que na verdade nos levam a muitos lugares, mas não aqueles lugares em que podemos realizar o mais plenamente possível nossa humanidade. Não, não que devamos ter vergonha de nossos instintos mais naturais e básicos, posto que somos assim, unos com eles. Eles estão em nós, e nós estamos "programados" pela evolução com eles. É natural, é a nossa natureza, mas a natureza, como à outros animais, também moldou, selecionou, e possibilitou, sem projeto algum, que a sensibilidade, a empatia, o altruísmo, e um sentido natural de justiça estivessem programados em nosso circuito neural. Tudo isto compõe nossa natureza de ser, compõe nossa humanidade, mas às vezes parece que não percebemos isto e mergulhamos apenas em prazeres, vaidades, competição, orgulho, prepotência, descaso social, e descaso com o sentido de justo.