Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ser livre

Ser livre é não ser preso a nada, entretanto, sendo servo racional da humanidade. É ser responsável pelos seus atos e pelos exemplos que deixa, é ser corresponsável pela sociedade que ajuda a manter e pela dignificação do humano, do social, do vivente e de toda imanente natureza. É ser compromissado como bem estar de todos. É ser comprometido pela defesa da vida e da natureza como um todo. É ser empenhado na busca da inclusão social de todos. É ser respeitador dos direitos e liberdades dos outros. Ser livre é enfim, ser livre para defender a liberdade humana, social e racional dos outros.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sou livre enquanto


Sou livre enquanto decido ser responsável pelo que sou e pelo que os outros têm direito de ser. Este é um exercício de humanidade social, pois que me integra como parte compromissada pela dignidade humana, pelo respeito a vida e pela defesa da natureza.

Se o que atrasa não adianta

Se o que atrasa não adianta, não adianta tentar atrasar o futuro que sempre, pontualmente, chega na hora. Mal se faz presente e já se adianta como passado que já é. O presente desta forma poderia ser a eternidade do futuro que se adianta para ser passado, sendo indelevelmente o presente que sempre ousa se descortinar para o que ainda não é, mas quando o sentimos como presente, ele já o foi, não mais sendo.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Humanidade - este sentimento ainda nos falta

Composto em Março de 2010

Viver nossa vida como verdadeiros seres Humanos é muito mais difícil do que possa parecer. O mundo como um todo parece comungar para nos levar a sermos unicamente apenas mais um neste mundo. Induz-nos a crer que basta viver apenas nossos instintos básicos, que também são humanos, pois que nos compõem enquanto ser, mas que tendem a nos levar de roldão por belas estradas que na verdade nos levam a muitos lugares, mas não aqueles lugares em que podemos realizar o mais plenamente possível nossa humanidade. Não, não que devamos ter vergonha de nossos instintos mais naturais e básicos, posto que somos assim, unos com eles. Eles estão em nós, e nós estamos "programados" pela evolução com eles. É natural, é a nossa natureza, mas a natureza, como à outros animais, também moldou, selecionou, e possibilitou, sem projeto algum, que a sensibilidade, a empatia, o altruísmo, e um sentido natural de justiça estivessem programados em nosso circuito neural. Tudo isto compõe nossa natureza de ser, compõe nossa humanidade, mas às vezes parece que não percebemos isto e mergulhamos apenas em prazeres, vaidades, competição, orgulho, prepotência, descaso social, e descaso com o sentido de justo.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

NÓS

Gostaria de sinceramente ter a certeza de poder dizer que sou um ser humano com sua humanidade em construção, buscando incluir no “NÓS”, não só o "eu", o "tu" e o "ele", mas todos os “eles”, daqui ou de longe, pensem igual ou diferente de mim, e em especial aqueles "eles" que sofrem da miséria, do abandono, da exclusão, da opressão, e da exploração social e humana. Infelizmente entre o que eu gostaria de ser e o que eu realmente sou existe uma diferença, e sinceramente não sei se possa aquilo afirmar. Não sei se tento realmente, se tento o suficiente, se me comprometo realmente com este pensar, ou se tento muito aquém do que merece este pensar. Caminhar, eu entendo que caminho, entretanto talvez não com o ímpeto, a força, a coragem, a ousadia, a sensibilidade, e a velocidade com que deveria fazê-lo, pela transformação social de meu ser e da realidade humana e social em que vivo.

O "nós" local é fácil, desafiante é o "nós" universal.

domingo, 27 de abril de 2014

Tento ser, mas não tento o suficiente

Tento ser humano, mas não o suficiente.
Tento ser digno, mas não o suficiente.
Tento ser ousado, mas não o suficiente.
Tento ser um revoltado pelo que aqui está, mas não o suficiente.
Tento ser um transformador, mas não o suficiente.
Tento ser social, mas não o suficiente.
Tento ser empático, mas não o suficiente.
Tento ser um ser que dignifique o ser que é, mas não o sufuciente.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma verdade, triste ou alegre

Sinto-me tentado a dizer de uma verdade que ela pode ser triste, ou alegre. Impossível! A verdade é, pura e somente, a verdade, absoluta em si mesma, relativa somente no subjetivo de nosso ser, quando a percebemos e interpretamos. Diferentemente da moral que possui muito de relativa, pois que não é alguma verdade em si, toda verdade é absoluta e livre, por isto, de valores morais, éticos, de beleza ou de justiça, sendo por si só livres de valores ou qualidades. A verdade, em si, qualquer verdade, é isenta, assim, de beleza, de justiça, de ética, de justiça, ou de humanidade. A verdade, toda verdade simplesmente é, e algumas vezes, muitas até, é a verdade difícil de ser verdadeiramente encontrada. A nossa percepção dela, ou o como ela se adequa, como ela interage, como ela se enquadra ou não aos nossos valores, que sempre serão pessoais e subjetivos, é que fazem-na parecer bela ou feia, moral ou imoral. As qualidades de uma verdade, não são atributos próprios de nenhuma verdade, mas sim da ralação da verdade com o nosso subjetivo, com a nossa forma de pensar e de ver o mundo, e com nossos conceitos e preconceitos. Tristeza, alegria, belo, e feio sempre serão subjetivos, como subjetivos e pessoais são todos os valores. Beleza ou feiura, na verdade, sempre decorrem da relação entre a verdade em si, e o “campo” pessoal e subjetivo de nosso ser e de nossos valores.