Sou livre enquanto decido ser responsável pelo que sou e pelo que os outros têm direito de ser. Este é um exercício de humanidade social, pois que me integra como parte compromissada pela dignidade humana, pelo respeito a vida e pela defesa da natureza.
Somente a leitura nada transforma. Obre, ouse, exponha-se, comprometa-se e caminhe com empatia. . . . . . . . . . . . Transformando o Ser ==> www.transformandooser.blogspot.com
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Se o que atrasa não adianta
Se o que atrasa não adianta, não adianta tentar atrasar o futuro que sempre, pontualmente, chega na hora. Mal se faz presente e já se adianta como passado que já é. O presente desta forma poderia ser a eternidade do futuro que se adianta para ser passado, sendo indelevelmente o presente que sempre ousa se descortinar para o que ainda não é, mas quando o sentimos como presente, ele já o foi, não mais sendo.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Humanidade - este sentimento ainda nos falta
Composto em Março de 2010
Viver nossa vida como verdadeiros seres Humanos é muito mais difícil do que possa parecer. O mundo como um todo parece comungar para nos levar a sermos unicamente apenas mais um neste mundo. Induz-nos a crer que basta viver apenas nossos instintos básicos, que também são humanos, pois que nos compõem enquanto ser, mas que tendem a nos levar de roldão por belas estradas que na verdade nos levam a muitos lugares, mas não aqueles lugares em que podemos realizar o mais plenamente possível nossa humanidade. Não, não que devamos ter vergonha de nossos instintos mais naturais e básicos, posto que somos assim, unos com eles. Eles estão em nós, e nós estamos "programados" pela evolução com eles. É natural, é a nossa natureza, mas a natureza, como à outros animais, também moldou, selecionou, e possibilitou, sem projeto algum, que a sensibilidade, a empatia, o altruísmo, e um sentido natural de justiça estivessem programados em nosso circuito neural. Tudo isto compõe nossa natureza de ser, compõe nossa humanidade, mas às vezes parece que não percebemos isto e mergulhamos apenas em prazeres, vaidades, competição, orgulho, prepotência, descaso social, e descaso com o sentido de justo.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
NÓS
Gostaria de sinceramente ter a certeza de poder dizer que sou um ser humano com sua humanidade em construção, buscando incluir no “NÓS”, não só o "eu", o "tu" e o "ele", mas todos os “eles”, daqui ou de longe, pensem igual ou diferente de mim, e em especial aqueles "eles" que sofrem da miséria, do abandono, da exclusão, da opressão, e da exploração social e humana. Infelizmente entre o que eu gostaria de ser e o que eu realmente sou existe uma diferença, e sinceramente não sei se possa aquilo afirmar. Não sei se tento realmente, se tento o suficiente, se me comprometo realmente com este pensar, ou se tento muito aquém do que merece este pensar. Caminhar, eu entendo que caminho, entretanto talvez não com o ímpeto, a força, a coragem, a ousadia, a sensibilidade, e a velocidade com que deveria fazê-lo, pela transformação social de meu ser e da realidade humana e social em que vivo.
O "nós" local é fácil, desafiante é o "nós" universal.
domingo, 27 de abril de 2014
Tento ser, mas não tento o suficiente
Tento ser humano, mas não o suficiente.
Tento ser digno, mas não o suficiente.
Tento ser ousado, mas não o suficiente.
Tento ser um revoltado pelo que aqui está, mas não o suficiente.
Tento ser um transformador, mas não o suficiente.
Tento ser social, mas não o suficiente.
Tento ser empático, mas não o suficiente.
Tento ser um ser que dignifique o ser que é, mas não o sufuciente.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Uma verdade, triste ou alegre
Sinto-me tentado a dizer de uma verdade que ela pode ser triste, ou alegre. Impossível! A verdade é, pura e somente, a verdade, absoluta em si mesma, relativa somente no subjetivo de nosso ser, quando a percebemos e interpretamos. Diferentemente da moral que possui muito de relativa, pois que não é alguma verdade em si, toda verdade é absoluta e livre, por isto, de valores morais, éticos, de beleza ou de justiça, sendo por si só livres de valores ou qualidades. A verdade, em si, qualquer verdade, é isenta, assim, de beleza, de justiça, de ética, de justiça, ou de humanidade. A verdade, toda verdade simplesmente é, e algumas vezes, muitas até, é a verdade difícil de ser verdadeiramente encontrada. A nossa percepção dela, ou o como ela se adequa, como ela interage, como ela se enquadra ou não aos nossos valores, que sempre serão pessoais e subjetivos, é que fazem-na parecer bela ou feia, moral ou imoral. As qualidades de uma verdade, não são atributos próprios de nenhuma verdade, mas sim da ralação da verdade com o nosso subjetivo, com a nossa forma de pensar e de ver o mundo, e com nossos conceitos e preconceitos. Tristeza, alegria, belo, e feio sempre serão subjetivos, como subjetivos e pessoais são todos os valores. Beleza ou feiura, na verdade, sempre decorrem da relação entre a verdade em si, e o “campo” pessoal e subjetivo de nosso ser e de nossos valores.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Como uma noite pouco ou nada iluminada, muitas vezes perdemos o contraste de nosso viver
Como uma noite que se faz sem sombras, livre de luz, livre de sombras, acabamos muitas vezes sendo insossos e inodoros em nosso viver. Sem brilho, sem luz, e sem contraste, nos escondemos e nos omitimos de sermos transformadores de nós mesmos, pela transformação social do mundo, nos tornamos apáticos e sem sensibilidade de ser. Mas podemos participar da transformação disto, devemos iniciar pela nossa transformação, podemos pelo menos tentar, basta ser ousado, ser corajoso, aguerrido, se sentir responsável pelo que aqui está, ser libertário, ser crítico, ser sensível e ser comprometido com a vida, com o viver e com a natureza.
Assinar:
Comentários (Atom)






